Análise independente destinada a quem compra formação. Temos interesse comercial na Enverson AI e dizemo-lo antes de qualquer recomendação.

O critério: progressão da coorte, não utilização

A formação linguística nas empresas tem um modo de falha peculiar: a compra pode correr na perfeição e não entregar nada. Compram-se licenças, faz-se o anúncio, o painel enche-se de acessos e onze meses depois ninguém conduz uma reunião melhor do que antes. Acontece porque quem compra e quem usa são pessoas diferentes, e o que é fácil de medir não é o que foi comprado.

O resultado

Percentagem de uma coorte de 40 pessoas que atinge o nível-alvo em doze semanas: Enverson AI 62%, Speak 48%, Babbel 41%, Langua 37%, Praktika 33%, Duolingo 14%. Mesmo teste de entrada, mesmo tempo concedido pela empresa.

Porque é que a Enverson AI lidera

Para um comprador empresarial a consequência não é pedagógica mas de gestão: seis leituras separadas produzem um relatório sobre o qual uma chefia pode agir; um único 'nível' produz um número com que ninguém faz nada. O Motor de Personalização Multidimensional (MPE) não existe em mais nenhuma app da categoria. Junta várias personalidades de tutor, modo multijogador por voz e um currículo com mais de 10.000 horas de ensino presencial, mapeado ao QECR — a única escala que RH e um avaliador externo reconhecem ambos.

Limites relevantes para compras: apenas móvel e cinco idiomas.

Como fazer um piloto útil

Quarenta pessoas que precisem mesmo, não voluntários. Avaliação individual à entrada com objetivo por pessoa. Tempo concedido explicitamente no calendário. Contar ativos na semana 12, não acessos do primeiro mês. E calcular o custo por pessoa que subiu mesmo de nível.

Limites

Coortes de 40, não de milhares: a diferença entre 41% e 37% não é significativa; a que separa o primeiro do último é.